Iris



Vou sumir

Esse final se semana vou sumir um pouco! Aproveitar para colocar as idéias no lugar, as leituras em dia e resolver algumas coisas. Mas, para que meus poucos leitores desse modesto blog não sintam minha falta, já deixei alguns textos... Provavelmente volto na segunda, mas se não resistir a distância volto no domingo, pelo menos para dar um “oi”!!

                  

Beijinhos e bom final de semana para todos!

 



Escrito por Joy às 23h57
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Música para a alma e o coração!

Essa semana tem sido decisiva para mim. Finalmente estou "livre" da faculdade e agora a responsabilidade é maior. Só me toquei que agora sou jornalista, quando essa semana recebi no jornal um fax direcionada para mim e estava escrito: "Favor Entregar para Jornalista Joyce Souza". Deu até frio na barriga!! Bem, mas essa é outra história... Como toda semana coloco uma música que acho bonita e interessante. A música dessa semana é da Ana Carolina. Recentemente ela lançou um cd, intitulado "Perfil", com os melhores sucessos da carreira dela. Entre as músicas (todas ótimas) escolho "Que se dane os nóis". Uma coisa que gosto de fazer é tentar interpretar as músicas, tentar "advinhar" qual a mensagem que o compositor quiz passar com ela e tentar usá-la na vida real. A música (pelo menos para mim) fala dos caminhos da vida, que temos que gastar muita sola de sapato, "correr atrás", caindo, sofrendo, levantando a poeira, recomeçando e ser feliz (apesar dos tropeços!). Talvez por isso o título (Que se dane os nóis), mandando os problemas e tristezas para aquele lugar!! Além de falar dos amores que perdemos, outros que ganhamos...

Que  se Danem os Nós  (Ana Carolina/ Totonho Villeroy)

 

Vim gastando meus sapatos

Me livrando de alguns pesos

Perdoando meus enganos

Desfazendo minhas malas

Talvez assim chegar mais perto

 

Vim, achei que eu me acompanhava

E ficava confiante

Outra hora era o nada

A vida presa num barbante

E eu quem dava o nó

 

Eu lembrava de nós dois, mas já cansava

De esperar

E tão só eu me sentia e seguia a procurar

Esse algo, alguma coisa, alguém que fosse

Me acompanhar

 

Se há alguém no ar

Responda, se eu chamar

Alguém gritou meu nome

Ou eu quis escutar

 

Vem, eu sei que ta tão perto

E por que não me responde

Se também tuas esperas te levaram pra bem longe

É longe esse lugar

 

Vem, nunca é tarde ou distante

Pra te contar os meus segredos

A vida solta num instante

Tenho coragem, tenho medo sim

Que se danem os nós

 



Escrito por Joy às 23h13
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São Paulo sedia exposição de fotojornalismo

Desde quinta (14 de julho) São Paulo sedia a exposição World Press Photo 2005, onde mostra 200 imagens que foram destaque no fotojornalismo mundial. Entre as fotos destaque para a do indiano Arko Datta, da agência Reuters, vencedora do Grande prêmio (coloco depois texto de colunista sobre a imagem) e polêmica, pois mostra com dramaticidade os resultados de uma grande tragédia do nosso século: o tsunami.A exposição está no Sesc Pompéia na capital Paulista e vai até dia 14 de agosto de 2005.

Nos últimos 50 anos, a World Press Photo se consolidou como uma das principais instituições do fotojornalismo mundial, reunindo nomes importantes em seus conselhos e júris, e premiando os trabalhos mais relevantes a cada ano dos principais jornais, revistas e agências do mundo todo. Essa é a 48ª edição do WPP, e a quarta vez que um brasileiro aparece na lista dos premiados: J. F. Diório, de O Estado de S. Paulo, venceu na categoria General News, com a foto do incêndio da favela Buraco Quente, em São Paulo.

 A mostra é uma iniciativa da Editora Desidatara, do Rio de Janeiro. A seguir deixo algumas fotos da exposição e texto de Eder Chiodetto, que comenta a foto do indiano Arko Datta, grande vencedor do prêmio ano passado.

Foto de J.F Osório, único fotógrafo brasileiro premiado na categoria General News (Notícias Gerais)

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Passam os anos, as câmeras fotográficas ganham tecnologia de ponta, a transmissão de dados fica mais veloz e todos se tornam fotógrafos com suas câmeras digitais e incríveis celulares. Mas o que segue diferenciando o autêntico repórter-fotográfico do restante dos fotógrafos, além dessa estranha atração por lugares onde ninguém deseja estar é o olho, ou como disse Henri Cartier-Bresson, “a linha de mira formada por olho, mente e coração”.

Fotografar uma catástrofe como o tsunami pode ser até fácil, dado o estrago que ela causa, mas conseguir compor com poucos elementos uma fotografia capaz de dar conta da dimensão da tragédia é apenas para olhos privilegiados como os do repórter-fotográfico indiano Arko Datta, da agência Reuters, ganhador do grande prêmio do World Press Photo, o mais prestigiado concurso de fotojornalismo que nesta edição recebeu 69 mil fotografias de 4.266 fotógrafos de 123 países. Uma mostra de 200 imagens pode ser vista a partir desta quinta-feira (14 de julho) no Sesc Pompéia, em São Paulo.

A composição vencedora revela a diferença entre um olhar que busca apenas o choque do sensacionalismo e um outro capaz de revelar a dimensão da dor por meio de uma apurada sensibilidade. A mulher, que entre desesperada e resignada, lamenta a perda de seu parente tem as mãos espalmadas, voltadas para os céus em gesto de contrição. Em contraponto o fotógrafo nos mostra apenas o antebraço da vítima fatal, onde vemos também sua mão, porém, relaxada, inchada, morta. Entre os dois há uma linha diagonal que cinde a fotografia em dois campos tênues, porém, distintos. Limite, não menos tênue, que delimita vida e morte, a vulnerabilidade do ser.

A natureza denunciante do fotojornalismo muitas vezes é confundida com uma licenciosidade que leva a uma estética sensacionalista. Um erro. Só a poética do olhar, mesmo na tragédia, pode nos dar o sentido do humano nas notícias e na vida como um todo.

Texto originalmente publicado no caderno Ilustrada da Folha de S. Paulo, em 13/07/2005.



Escrito por Joy às 22h38
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Cinema no fim de semana

A minha dica para o final de semana é cinema e cinema. Abaixo alguns filmes no cinema e para alugar...

Cinema

Essas férias de julho tem sido marcadas por estréias de filmes bem para a garotada e para os “bem crescidinhos”. Depois de “Madagascar”, “Guerra dos Mundos”, estréia essa semana “ Herbie – Meu Fusca turbinado”. O longa já foi filmado quatro vezes, sendo essa a quinta (lembra os filmes antigos que passavam no SBT?), mas como toda versão tem suas modificações. No filme a jovem Maggie Peyton (Lindsay Lohan), como recém-formada na universidade, recebe uma proposta para trabalhar em Nova York, ela precisa desistir de seu hobbie, a corrida de automóveis. A novidade é recebida com alegria pelo seu pai Ray (Michael Keaton), que é dono de uma equipe que compete a Nascar, num carro pilotado por seu irmão Ray Jr. Como presente de formatura, ela ganha o direito de escolher qualquer carro num ferro-velho.Surge na história o fusca Herbie (famoso 53) que tem vida própria e não recebe comandos da dona Maggie. Como conseqüências, coloca a dona em mil confusões. O primeiro longa do “fusquinha” é de 1980 e o primeiro estreiou em 1969. A protagonista é a mesma dos filmes Meninas Malvadas e Sexta-Feira Muito Louca.

 

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Outro filme que estréia é mais um típico filme de terror americano. Comum da linha de produção americana “Amaldiçoados não mostra nada de novo para o gênero. Na história Ellie (Christina Ricci), que trabalha num programa de televisão, e seu irmão Jimmy (Jesse Eisenberg) são mordidos por um lobo enorme. Os dois tentavam resgatar uma vítima de um acidente automobilístico ocorrido nas montanhas de Hollywood. De repente, eles se descobrem exercendo enorme atração sexual sobre seus colegas, aparentemente como efeito colateral da mordida do lobo, além de outros efeitos como o gosto por sangue.Eles tentam encontrar na Internet -- o equivalente moderno ao vendedor de livros antigos do primeiro filme -- uma explicação para a situação estranha que estão vivendo. Eles também recorrem a uma vidente cigana (Portia de Rossi). Mas é evidente que a situação se descontrola quando o contágio do lobisomem se intensifica, atingindo primeiro o cachorro de Jimmy, até então dócil, depois uma publicitária antipática (Judy Greer), e, finalmente, o namorado de Ellie (Joshua Jackson).Marca a volta da dupla diretor Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson, ambos da série "Pânico".Ou seja, a fórmula se repete. Apesar dos avanços espantosos dos efeitos especiais nas últimas décadas, desde que saiu a versão dos anos 1930 de "Lobisomem", "Amaldiçoados" não consegue assustar tanto quanto fez o filme mais antigo.

DVD

 No filme “Jogos Mortais” dois homens acordam com um cadáver entre eles e um “quebra cabeça” para desvendar: o autor do crime. Na trama o serial killer utiliza o codinome de  Jigsaw (quebra-cabeça em inglês) por deixar no corpo de todas suas vítimas uma cicatriz em forma de quebra-cabeça e deixar suas vítimas agonizando e sofrendo para tentarem se salvar. Título Original: Saw (EUA, 2004) Diretor: James Wan. Elenco: Cary Elwes, Leigh whannell, Danny Glover, Ken Leung, Dina Meyer, Mike Butters, Paul Gutrecht, Michael Emerson, Monica Potter.

 

 

 

 



Escrito por Joy às 00h04
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Pesquisa mostra crescimento de leitura de jornais pela internet

Em pesquisa recente da Pew Research Center for the People & the Press com norte-americanos revelou um crescimento no número de pessoas migrando para a Internet para ler notícias.Desde 2000, segundo o estudo, o número de pessoas que afirmaram ler notícias online diariamente era de 15%, e o número de pessoas que disseram acessar notícias uma vez por semana cresceu de 33% para 44%.

Segundo a pesquisa os números vão além das pessoas com 30 anos. 30% dos norte-americanos entre 30 e 49 anos entrevistados disseram ter a Internet como principal fonte de notícias.No Brasil não há estudos nesse sentido e infelizmente poucos são "alfabetizados" tecnologicamente.


Escrito por Joy às 22h25
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Pior que é verdade!

Não é feminismo da minha parte, ou raiva dessa "raça" (ou de alguém específico), mas muitas histórias presentes nesse blog são verdade (apesar de ter a esperança de que tenha algumas exceções por ai!)Homem é uma raça palhaça mesma, como sugere! A falar pelo "papo" que eles jogam pra cima da gente. Só rindo mesmo! É claro que tem umas raríssimas exceções que infelizmente são gays, casados ou não estão disponíveis, aff!

O blog que enfaticamente enalteço é http://tudopalhaço.blogspot.com

Vale a pena aos "meninos" que passarem por meu modesto blog e lerem essa nota dá uma passadinha lá e aprender com os erros de "seus colegas", tá? E para as "meninas" não cairem em paos como dessa estiroe...Bjinhos e boas risadas.... hehehehehe

Deixo um dos textos abaixo que achei demais:



 


Domingo, Junho 19, 2005

 
Palhaço instrutor de auto-escola
Eu tirei habilitação para dirigir (ou “porte de arma”, como disso o instrutor) há 4 anos, mas só agora comprei meu carro. Então, voltei à auto-escola para uns treinos. A mulher que já tirou carteira, sabe que instrutor de auto-escola é raça de palhaço da melhor estirpe. Eles sempre arrumam um jeito de dar uma cantada na aluna e, como já os ouvi dizer, detestam dar aulas para “pernas cabeludas”, os homens. Pois o instrutor que me deu aula desta vez não foi diferente. Vendo que eu, apesar de muitos anos sem dirigir, me saí bem, ele comentou:

- Você não está mal, não. Se seu marido tiver paciência, pode treinar com você.

Marido? Ele não viu nenhuma aliança na minha mão...

Já que ele quer saber se sou casada, digo logo que não tenho marido. Meu “treinador” seria meu pai. E completo:

- O problema é que marido você xinga, puxa o freio de mão e manda descer do carro, mas pai, não. Não dá pra fazer isso com pai.

O treino prossegue e mais adiante ele comenta:

- Se o seu namorado treinar com você...

Caralhos me fodam... Isso já está ficando chato...

- Meu namorado não dirige.
- NÃO?!?!?!, perguntou estarrecido o palhaço. Era como se eu tivesse dito que namorava um eunuco.
- O bom é que posso jogar ele no carro e fazer a merda que quiser.

Ele ficou meio chocado com o fato do “meu namorado” não dirigir, mas pelo menos parou de tocar no assunto. Ainda tenho mais cinco treinos com ele. Vou preparar a pipoca.

 



Escrito por Joy às 00h25
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Frase da semana

Li essa matéria no site No Mínimo na descrição de um blog. Acho que exprime bem o ato de escrever, seja que tipo e estilo a pessoa que escreve tem!

Na verdade é um desabafo da dona desse blog, que assim como eu, se dedica a escrever :

 

“Nos últimos dias deslizei-me em caneta sobre papéis, prometo o que afirmo com veemência querer. Faço escolhas entre cidades e códigos postais. Escorrego-me então entre linhas que revelam-me muito mais do que o teclado. A caneta é um objeto que despe seu dono. Não há tecla ‘delete’ “.

 

Fonte: http://www.cabezamarginal.org/walkwoman



Escrito por Joy às 16h59
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Foi bom enquanto durou...

A semana passada foi muito legal! Comecei a trabalhar na redação de A Crítica. Porém, acho que por estar lá, meio que “subiu na minha cabeça”.O Celso (meu ex-chefe no arquivo fotográfico) já tinha me dito que provavelmente não continuaria lá, pois não haviam vagas, mas sonhei muito e esqueci o que realmente me esperava.

Comecei na quinta 30 de junho, o Celso interviu uma conversa comigo a e Chica (chefe de redação do jornal), eles me “aceitaram”. Fiquei inicialmente acompanhando os repórteres no jornal, a maioria das matérias que acompanhei foi com o Leandro e somente uma com o Artur de política. Foram experiências legais pois aprendi a ver todo o processo da reportagem até ela no jornal. Até que essa semana que passou comecei fazer minhas próprias matérias, mas fáceis digamos, para página de cidades dedicada a matérias especiais, como  as de “Vida e Futuro” (dedicadas a matérias sobre ciência e tecnologia) e para a página “Educação”, uma matéria sobre crianças super dotadas. Provavelmente elas sairão essa semana. Mas, em conversa com  a  Taíza (diretora de redação de A Crítica), na sexta ela foi sincera e me disse que não poderia me incluir na equipe, pois como já haviam me dito, por enquanto o jornal não está empregando ninguém.

Essa semana não sei sinceramente o que acontecerá comigo. Se conseguirei alguma coisa ou vou ficar desempregada, mas não vou parar não! Entrego a cópia da minha monografia corrigida essa semana e vou atrás de algo pra fazer... bem, pintou algumas coisas, mas prefiro não comentar nada. Deixo a Deus dará e como diz minha mãe, “o que for de ser será”.

 



Escrito por Joy às 16h51
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Que alívio, nem acredito...

Após meses de sufoco, alguns cabelos brancos que surgiram, tensão, finalmente estou livre de tudo isso! Essa semana apresentei minha defesa de monografia e finalmente estou “livre”. Vou falar um pouco como foi esse momento, que apesar de estressante, vai ficar marcado na minha trajetória acadêmica:

Cheguei mais cedo na UFAM umas 8h30 mais ou menos. Fui andar um pouco, jogar um pouco de endorfina no sangue para me acalmar. Passei na cantina para tomar um café e me distrair um pouco. Mas, por pouco tempo. Encontrei o Max (aluno de comunicação creio que do 6º período) que perguntou se apresentaria a defesa da minha monografia hoje e para me desejar boa sorte.

Ás 9 horas fui na secretaria do mestrado de Comunicação, Arte e Cultura pedi para arrumar a sala do mestrado onde seria minha defesa e organizar minha apresentação. Fiquei lá um tempão revisando minha apresentação e tensa pois não agüentava mais aquela pressão toda. Mas finalmente o momento veio, fiz minha apresentação meio atrapalhada (normal) pois passei dos 30 minutos estipulado, mas no final tudo bem. Após as considerações dos membros da banca, fui “convidada” a me retirar da sala. Eles se reuniriam para definir minha nota e novamente um momento de nervosismo. Fiquei lá fora andando de um lado para outro, mas não demorou muito minha espera! Minha nota final foi 9,0!Depois a sensação de alívio... agora é encarar a vida real, dá um frio na barriga !  

Após a apresentação fui fazer uma entrevista para o jornal A Crítica. E por coincidência encontrei o Jorge, pessoa melhor para falar da minha alegria e alívio! Almoçamos na Faculdade de Tecnologia (FT), nos despedimos. Ainda fiquei na UFAM enrolando para ir para o jornal. A tarde fiquei no jornal, terminei a matéria que provavelmente sairá na sexta.

Agora um novo capítulo...

 



Escrito por Joy às 16h50
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