A música é uma terapia para mim! Todos momentos da minha vida tenho uma música que conta um pouco de mim em cada momento... a minha eleita agora em decorrência das circunstâncias q passo (hehehehehe) é uma da Ana Carolina, "Pra Rua me levar". Conta um pouco do me estado de espírito. Sabe quando estamos apenas seguindo a vida de acordo com a "brisa"? Estou assim... porém decidida em correr atrás do que acredito e quero!
Essa semana comprei o cd da Ana Carolina "Perfil", além de outro da Danni Carlos (muito bom!) , uma cantora não muito conhecida que canta em inglês e tem uma voz quente, forte, recomendo para momentos especiais... Mas, vamos por partes.
O primeiro cd da Ana Carolina é composto de 14 músicas, os melhores sucessos da cantora de voz grave e marcante. Destaque para algumas como: Garganta. quem de Nós dois, Encostar na tua, Nua, Pra Rua me levar, Elevador, Nada pra mim, etc...
Além da voz marcante e forte, Ana Carolina é compositora.Suas músicas falam basicamente de desencontros amorosos ou de situações simples, que geralmente passam despercebidas por nós. Como na música "Avesso dos ponteiros" no trecho que fala: "Na pressa a
gente não nota que e lua muda de formato", do primeiro cd da cantora.
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Já Danni Carlos é uma cantora digamos "moderninha", não é conhecida do grande público. Um dos cds da cantora é "Rock' N"Road Again, onde a cantora interpreta 15 músicas em inglês, mas com arranjo totalmente diferentes do original. Com umavoz marcante e digamos, quente, dá uma sensualidade a musica, ideal para momentos muito especiais (hehehehe!!). Mas o novo cd dela Rock N " Road All Night, creio q esse seja ainda mais caliente!! Vi uma apresentação dela no Programa do Jô na semana passada, mas o cd aqui em Manaus está esgotado. Só encontrei o primeiro citado.
No cd ela interpreta músicas como Kiss Me ( que ficou conhecida pelo filme "Tudo para ficar com ela"), wonderwall (Oasis), Losing my religious (R. E. M), With or Without you (U2), Like a prayer (Madonna), Don't Speak (No Doubt), entre outras. A sensação que tenho quando escuto o cd que estou dirigindo na estrada, dirigindo sem destino...
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Pra Rua Me Levar
Ana Carolina / Totonho Villeroy
Não vou viver, como al´guém que só espera
um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
Ás vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há entre em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você
É, mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queria ouvir.
Essa notícia é um pouco antiga, mas vale para esclarecimento, principalmente para os colegas da área...
A imprensa diária mundial teve um "bom ano em 2004", com aumento de 2,1% em suas vendas e de 5.3% em seus rendimentos publicitários, segundo um estudo publicado pela Associação Mundial de jornais (WAN, sigla em inglês).No Brasil, as bvendas aumentaram 0,8%, embora nos últimos 5 anos tenham acumulado uma baixa de 17%. Pesquisa foi realizada em 215 países.
Achei a idéia bacana!! Um grupo de fotógrafos, chamado de Café Tortoni bolou uma exposição itinerante pelos restaurantes de São Paulo. Entre uma garfada e outro os consumidores de um restaurante no Bairro de Pinheiros se "delicia" vendo fotografia!!
A exposição denominada Legados fica no restaurante Rosmarino até dia 19 de julho. O objetivo da exposição, além de aproximar fotografia e gastronomia é propor um ciclo de exposições em espaços enogastronômicos da capital paulista.
O projeto foi formado em maio de 2005 e propoe um ciclo alternativo de fotografia na capoital Paulista e poderia muito bem se copiado aqui para Manaus, porque não?!
O primeira mostra do projeto está composto de 12 integrantes A primeira mostra traz 12 integrantes do projeto, que apresentam imagens de seus supostos legados, entre eles, Egberto Nogueira, Diego Rousseaux e Flavia Lopes.
Uma proposta diferente e junta o agradável, que é comer e o maravilhoso para se deliciar com os olhos, a fotografia!!
A primeira mostra traz 12 integrantes do projeto, que apresentam imagens de seus supostos legados, entre eles, Egberto Nogueira, Diego Rousseaux e Flavia Lopes. As fotos estão à venda por R$ 300, montadas e com pronta entrega.
A mostra é algo muito interessante, pois junta o agradável, que é comer, e o maravilhoso para deliciar os olhos, que é a fotografia!!
Bacellar através de seus poemas conta a história da cidade de Manaus, principalmente através de suas memórias da meninice... uma ótima viagem!!
Curiosidades: atualmente o poeta trabalha na Editora Valer.
Um belo dia (exagero da minha parte), mas estava toda serelepe saindo do meu trabalho (finalmente!), com a sensação de dever cumprido e alívio, encontro nas escadas de A Crítica o Ximenez, como sempre gentil e cavalheiro ( Homens como ele não existem mais! ou estão escondidos em algum lugar hehehehe). Mas naquele dia um senhor o acompanhava. Ele me apresentou como o poeta Luiz Bacellar. Eu, na minha santa ignorância pensei: já ouvir esse nome, mas não tenho noção de quem seja Luiz Bacellar. Depois me dei conta da minha total ignorância e e total displicência pela história do meu povo e do meu Estado. Bacellar assim, como Thiago de Mello são um dos melhores poetas do século XX ainda vivos!!
Um pouco de história
Luiz Bacellar nasceu em Manaus à 4 de setembro de 1928 no auge da crise da borracha, onde a Paris dos trópicos estava abandonada a própria sorte. Nesse ambiente de crise e apatia econômica que viveu Bacellar. Por isso, sua obra é erudita (herança talvez dos tempos que Manaus era a Paris dos Trópicos), mas com elementos da cultura popular.A maioria de seus poemas parecem na verdades memórias suas, principalmente da infância. Constrói o perfil de uma cidade corroída pelo tempo e pelas transformações econômicas. Uma cidade que não a conhecemos, muito menos sua história.
O professor e poeta Bacellar aperfeiçoou seus estudos no Rio de Janeiro em Pesquisa Social, Antropologia, Museologia, realizando seus trabalhos sob orientação de Darcy Ribeiro. Foi professor de Literatura e Língua Portuguesa no Colégio Estadual D. Pedro II, pólo aglutinador, nos anos 50 e 60, da jovem intelectualidade de Manaus. Destacou-se no processo de renovação da literatura regional, participando da movimentação que culminou na fundação do Clube da Madrugada, em 1954. Também exerceu o jornalismo. Conquistou em 1959 o Prêmio "Olavo Bilac", da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, com aquele que seria seu livro de estréia, Frauta de barro, publicado em 1963.
Lembrei de um amigo ao ler esse texto. Ele, por exemplo fica reclamando da vida, porque isso acontece, isso não é para mim! Etc, etc... Creio q ele deva ter uma pespectiva mais otimista e com certeza ele não consegue o que deseja (segredo!) acho que pelo seu pessimismo, ou precisa mudar de foco (mas essa é outra história!!). Pois bem, acho que o texto a seguir serve não só para ele mas para todo mundo. Talvez ajude a enfrentarmos o cotidiano que está cada vez mais estressante e corrido...
Cultive o otimismo
Texto de Wilson F. D. Weigl
Dizem que, frente a um copo com água até a metade, o otimista o enxerga meio cheio, enquanto o pessimista o considera meio vazio. E é com esse olhar que uns e outros encaram todas as facetas da vida. E você? Como tem olhado o mundo ultimamente? A felicidade e a realização nascem da maneira positiva como encaramos as responsabilidades e o futuro. Basta querer olhar tudo sob um novo ângulo. Ou, melhor, aprender a fazer isso.
Cultivar uma postura afirmativa e confiante não significa ser ingênuo, nutrir ilusões ou se forçar a ver tudo cor-de-rosa, como fazia Polyanna, personagem criada em 1913 pela escritora americana Eleanor Hodgman Porter (1868-1920). Órfã de mãe, em vez de reagir aos maus-tratos da madrasta Polyanna se resignava e em tudo via motivo de alegria. Por isso, virou sinônimo de um positivismo desconectado da realidade. “O verdadeiro otimista tem noção das limitações, mas sabe se adaptar a elas. Se chove na praia, ele confia que o tempo vai melhorar. E, se não melhorar, acha que pode descansar, tirar o atraso nas leituras. Já o pessimista espera que tudo aconteça do jeito que ele quer e, caso contrário, se deixa paralisar pela frustração e mergulha na negatividade”, resume a psicóloga Beatriz Cardella, de São Paulo.
“Otimismo não significa minimizar os problemas, mas confiar na capacidade de tomar o controle da situação e partir para a ação mesmo sabendo que a solução pode ser transitória”, continua a psicóloga. Isso é o que na física se chama resiliência – a propriedade de um corpo voltar à forma original depois de sofrer pressão ou tensão.
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Os atores apontam algumas dicas para ser otimista em tempo integral:
Ao acordar
Quando despertarmos, o cérebro está descansado e a mente fresca para estabelecer o tom do que vem pela frente. Mesmo nos dias em que não dá vontade de sair da cama só por pensar nas obrigações, procure imaginar as tarefas não como fardos, mas como chances que irão estimular sua garra, sua criatividade e seu jogo de cintura.[...]
Durante o dia
A mesa está cheia de papéis e há muitas tarefas pela frente? O melhor é fazer uma coisa de cada vez e, ao longo do expediente, reservar alguns minutos para relaxar e recarregar as baterias. “A cada duas horas, as células do corpo trabalham com cerca de 20% a menos de capacidade e sentimos uma queda de vitalidade”, explica a psiquiatra Sofia Bauer
Para esses momentos, ela sugere uma meditação rápida: feche os olhos, respire devagar e profundamente e procure se desligar dos problemas. Pense em um momento da vida em que você experimentou sensações prazerosas – uma viagem, uma brincadeira de infância ou uma comidinha gostosa. Procure sentir fisicamente as sensações boas que a lembrança evoca e as mantenha durante alguns minutos. Enquanto isso, seu cérebro produz substâncias que induzem ao bem-estar. [...]
Em uma reunião de trabalho, no trânsito...
Aproveite os minutos antes de um encontro ou compromisso importante para visualizar a conversação transcorrendo de maneira favorável a você. Na hora, sente-se com as costas alinhadas, apóie os pés no chão, nutrindo a sensação de estar conectado à terra. Estampe no rosto um sorriso, respire tranqüilamente e sinta-se confiante em estar desempenhando seu papel da melhor forma possível.
Ao se apresentar tenso, deprimido, com um aspecto inseguro, você vai provocar nos outros uma reação de desconfiança ou estranheza: aí é que as coisas têm maior chance de não dar certo.[...]
À noite, em casa
Ao término de um dia cheio, chega novamente o momento de nos reconectarmos a nós mesmos, deixando o turbilhão do lado de fora de casa e da mente. “Existem noites em que precisamos descarregar a tensão e outras em que nos sentimos sem energia, vazios”, distingue a psicóloga Beatriz Cardella. “Pergunte a si mesmo o que precisa nesse momento.”
No primeiro caso, a especialista recomenda que se saia de casa, convide um amigo para tomar um drinque, dêem telefonemas, converse, que se ria, extravase. E, se o objetivo é se nutrir interiormente, tome um longo banho, ouça música, fique no escuro e deixe que a secretária eletrônica atenda suas ligações. [...]
Texto de Wilson F. D. Weigl
O texto na íntegra pode ser lido no link http://bonsfluidos.abril.uol.com.br/