è algo que estou vivenciando ultimamente. Cansei de esperar, agora corro atrás. Mas se nada acontecer como espero não esquento mais. Seja o que tiver que ser. Profissionalmente as coisas não estão como esperava (pra não falar em outros setores) ,mas não esquento mais. Apenas vivo cada dia...
Boa semana para todos... Deixo a música do Kid Abelha, D+
Composição: Paula Toller/ Herbert Vianna
Meu carro vai
Seguindo o fluxo do tráfego
A moto desliga
o meu piloto automático
Não sei que horas são
Só sei que vou correndo atrás
Nem sei se volto mais
A multa já não importa
Não vejo bem
Mas é você pelos gestos
Eu penso em seus beijos, versos e sexo
Não me procure então
Minha presença tanto faz
Não se preocupe mais
A culpa não interessa tanto
Durma em paz
Me sinto bem a 120 por hora
Assim se vai
toda tristeza embora
Descendo a rua
Subindo à minha cabeça
Desejo a lua
Preciso que ela apareça
Depressa...
Depressa...
Essa semana além de corrida com muitas atividades, foi também corrida. A rotina de sempre na A Crítica. Essa semana foi mais cansativo, pois ultimamente não estou muito satisfeita lá. Não digo por causa da grana que é pouca, mas de realização profissional. O ambiente não me mostra mais estimulante. Então, estou decidida a sair de lá, assim que uma outra porta abrir para mim!! Essa semana fui no novo jornal que vai abrir na cidade, o Correio Amazonenense.Fui entrevista o jornalista Aldísio Figueira que inclusive me deu a data que o jornal estará na rua: 07 de julho. Isso foi numa terça. Na segunda deixei meu curriculo lá. Agora é só esperar uma vaga surgir e me chamarem. Tenho esperanças. Mas, pretendo ainda espalhar meu curriculo por ai. Em algum lugar encontrarei meu espaço. Não é possível
Bem, a semana foi dedicada a monografia que estou feliz por estar bastante adiantada. Termino esse final de semana o terceiro e penúltimo capítulo. Minha previsão é no final do M~es finalizar tudo!!
Quanto ao coração continua na mesma,calejado, mas bem. Dias melhores virão. Deixa ele quieto, emoções virão!! Hehehehehe...
Bem, é isso.Acho que hoje vou dormir mais cedo, pois ontem dormi tarde às 2 da madrugada. Soube ontem que a mãe da Ivânia está super mal (em coma) e para completar a Olívia me ligou da FAPEAM pedindo que eu enviassse meu relatório e o da Ivânia ontem mesmo. Pois bem, passei a noite fazendo. Afff Fiquei triste pela Ivânia. Hoje tentei falar com ela, mas não consegui...Espero que a saúde da mãe dela se estabeleça logo...
Hoje também foi para despedidas. Encerro minhas atividades na FAPEAM. Só falta o artigo científico que eu e a Andréia Mayumi faremos para publicar.
Bem é isso...

Ela libertou a mulher dos corpetes. Precurssora da moda minimalista e do "pretinho básico". Foi responsável pelas maiores revoluções no vestuário feminino ocorridas no século XX e considerada uma das forças do movimento feminista do começo do século passado.De origem simples, sempre escondeu isso e só após sua morte em 1971 esse lado de sua vida foi colocado a tona. Trata-se de Gabriele Bonheur Chanel, que adotou o nome de Coco Chanel.
Coco nasceu a 19 de Agosto de 1883, na pequena cidade de Saumur, na França. Perdeu a mãe aos 6 anos e o pai a colocou em um convento no qual só saiu da adolescência. Mas a vida simples em uma cidade pequena não a agradava. Começou a trabalhar em um cabaré como cantora e viu nba procura por amantes sua chance de mudar de vida. Seu envolvimento com o milionário oficial de cavalaria Etienne Balsan levou-a a Paris, aos 16 anos permitiu sua ida a Paris, onde inserida na alta sociedade parisiense pôde posteriormente abrir sua primeira loja de moda. Com a ajuda do cobiçado playboy inglês Arthur Capel (que muitos dizem ter sido o grande amor da estilista e morreu jovem em um acidente automobilístico em 1924), montou sua primeira loja, a Casa Chanel, em 1910. No começo, vendia chapéus para mulheres. O estilo simples, sem grandes adornos de flores, encantou as parisienses que freqüentavam o jóquei clube da cidade. Quem era aquela mulher que ousava nos trajes simplistas, com misturas entre vestimentas femininas e masculinas? A partir desse momento, Chanel decidiu dedicar-se à costura.
Entre suas criações que ficaram para a história foram: Pretinho básico, Tailler, Corte Chanel (bem curtinho), sapato de biqueira contrastante, Bolsa em matelassê com correntes douradas, Bijuterias e correntes de metal dourado, Jóias barrocas e pérolas falsas, Cardigãs e twin-sets, Camélias, Roupas ostentando botões com a marca aparente (dois Cs cruzados), Botões dourados nos blazers, Vestidos de jérsei e tule para a noite, Perfume assinado por estilista (famoso Chanel nº5), Capas de chuva com cintos, Decote canoa, Sapatos abertos nos calcanhares (hoje chamados de Chanel), entre outras criações e inovações para sua época.
Até no momento da sua morte foi cercado de glamour e de boatos. Sozinha, no quarto do hotel Ritz onde viveu por cerca de 33 anos, a estilista teria dito a uma camareira que estava em seu quarto: ''Vê? É assim que se morre. Sozinha, mas sempre chique''.
Mademoiselle Chanel
Atualmente no palco a vida de Chanel, suas realizações e amores é encenada pela atriz Marília Pêra. Em cartaz em São Paulo Em momentos divertidos e trágicos vividos pela estilista, Marília Pêra utiliza-se de ironia e inteligência para mostrar a personalidade forte e marcante da mulher que eternizou suas invenções ao longo do século passado.
Com texto de Maria Adelaide Amaral e modelos cedidos pela Maison Chanel, a peça deve ficar até 29 de maio em cartaz. Em seguida, será encenada em Paris, de 29 de junho a 03 de julho, para comemorar o ano do Brasil na França.