Iris



Reviravolta

Pelos acontecimentos dos últimos dias fiquei sem escrever. Confesso que foram dias difíceis, mas acordei, estou dando a volta por cima.Tenho alguns planos para minha vida, terminar minha monografia, trabalho, estudos... a vida continua, apesar dos poréms!!

Esses dias meu colega de trabalho, O Leo, escaneou algumas fotos minhas. Me bateu saudades de Sampa, minha cidade do coração e de sair por aí par fazer o que mais gosto na vida: fotografar!!!

Tenho alguns projetos nessa área mais nada ainda definido.

Novos rumos, mudanças...principalmente na forma de me ver,de viver...

 O resto q se dane!



Escrito por Joy às 21h28
[   ] [ envie esta mensagem ]




ANJ e Unesco criam rede em defesa da liberdade de imprensa

Associação Nacional de Jornais(ANJ) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) criam no dia 14 de fevereiro, durante  encontro Regional realizado em São Paulo, a rede em defesa da liberdade de imprensa.Segundo o presidente da ANJ Nelson Sirotsky, há uma tentativa de vários setores da sociedade de interferir na atividade da imprensa, no exercício de expressão livre, que segundo Sirotsky, “é um direito do cidadão".

O objetivo principal da rede, além de difundir amplamente de que o conceito de liberdade de imprensa pertence à sociedade democrática, oferecer informação sobre o estado da liberdade de imprensa no país e da ocorrência de fatos atentatórios, restritivos ou contrários ao livre exercício do jornalismo; e manter contato com as entidades congêneres no Brasil e no exterior.

 

Evento

O lançamento aconteceu durante o I Encontro Regional sobre Liberdade de Imprensa, no auditório da Folha de São Paulo.O tema do evento foi direito à informação X privacidade e discutiu a liberdade de imprensa no Brasil. Estiveram presentes no encontro o presidente da ANJ Nelson Sirotsky; o representante da UNESCO no Brasil, Jorge Werthein, o jurista Manuel Alceu Affonso Ferreira e o editor de Opinião da Folha de S. Paulo, jornalista Marcos Augusto Gonçalves, entre outros.

Foi também palco de discussões a cidade de Fortaleza, no dia 14 de fevereiro. As discussões terão continuação nas cidades de Porto Alegre, no dia 11 de abril;no Rio de Janeiro, em 2 de maio; e Brasília , 8 de junho.

Para mais informações sobre a rede em defesa à liberdade de imprensa www.liberdadedeimprensa.org.br.



Escrito por Joy às 18h38
[   ] [ envie esta mensagem ]




Decadência masculina

Quanto mais eu penso, menos entendo os homens!! Devido a situação atual que vivo, não sei entender o que se passa na cabeça dessas "criaturas". Bem, li o artigo de Carla Rodrigues e acho que ela pode explicar melhor eles...(segue texto)

Bem, creio que o que os homens, segundo um colega (que é melhor não revelar o nome) o que os homens tem é insegurança...

O fim do pegador (Carla Rodrigues)

       Corriam os anos 80 quando o jornalista Zózimo Barroso do Amaral publicou uma nota em sua coluna que classificava um prócer da sociedade carioca de "mulherengo". Recebeu um telefonema de protesto do citado mulherengo e imediatamente, do alto do seu eterno bom humor, retrucou: "Eu sou do tempo em que chamar um homem de mulherengo era elogio". O colunista certamente se referia à década de 50 do século passado, quando o encanto que Antonio Maria exercia sobre as mulheres, por exemplo, fazia do cronista quase um mito. Desde a nota de Zózimo os sinais de decadência da classificação "mulherengo" só se intensificaram. A derrocada final se deu em pleno verão carioca, temporada outrora marcada pelas delícias da sedução.

Autoproclamado um "grande pegador", o goleiro paulista Giulliano Ciarelli foi expulso da casa do Big Brother Brasil com 87% de rejeição, num percentual de votação inédito na história dos cinco BBBs que a Globo já promoveu. Foi posto para fora pela combinação de arrogância com conversa fiada. De pegador, foi rebaixado à "mosca de padaria", classificação há muito degradante. Com a frangada de Ciarelli, os sinais da decadência do "mulherengo" estão em toda parte – a começar pela substituição do termo pelo seu equivalente chulo "pegador".

Nas estantes das livrarias, dois livros indicam que os homens parecem ter desistido, de vez, de entender as mulheres. "Segredos de uma lésbica para homens", da jornalista paulista Milly Lacombe, e "Segredos sexuais das lésbicas que todo homem deveria saber", lançamento da Record, trazem, como os títulos indicam, dicas de lésbicas ensinando a eles o que fazer para a agradar a elas. Coisa de deixar revoltado João Manuel – o personagem espada da novela "Senhora do Destino" que não aceita o casamento da irmã, Jennifer, com a médica Eleonora. Doces, meigas, generosas e bom caráter, elas são a imagem de como, no século 21, a homossexualidade conseguiu enfim se tornar uma prática respeitável na sociedade brasileira. Afinal, o casal de mulheres de Aguinaldo Silva é o primeiro a sobreviver, depois de uma série de três novelas que tentaram, sem sucesso, expor a homossexualidade feminina em suas tramas.

A expulsão do pegador do BBB foi mais uma demonstração de que o primeiro passo para ser rejeitado por elas é se considerar um profissional de mulheres. O veterano Domingos de Oliveira foi muito mais esperto: em "Feminices", levou para a tela do cinema as suas inseguranças de marido (traído), as suas paixões de mulherengo histórico, as suas angústias diante do eterno mistério feminino. O resultado é um filme que, por despretensioso, tem muito a dizer sobre os tempos que correm. Quatro mulheres em torno dos 40 anos, todas freqüentadoras do Baixo Gávea – bairro que abriga um tipo específico de carioca – expõem a confusão que é ser mulher, mãe, filha de pais que estão envelhecendo, profissional em dúvida com as perspectivas da carreira. Ufa! E ainda querer ser bonita, gostosa, desejável e feliz. O filme é da safra "verão carioca": leve, engraçado, modesto em orçamento, roteiro e intenções. Por isso mesmo, bom.

Bom, ao contrário do verão carioca, instituição que entrou, como os pegadores, em franca decadência. Há tempos que a melhor estação do Rio de Janeiro é o inverno: temperatura de 30 graus, sol todos os dias, em que pese a falta que faz o horário de verão, capaz de prolongar os dias chuvosos de janeiro, mas impotente para resolver os dias curtos de julho. Apesar de a cidade ter recebido esse ano um número recorde de turistas – serão três milhões até março, 8% a mais do que em 2004 –, a falta de sol, a falta de musas e a falta de assunto fizeram com que o auge da temporada tenha sido a discussão sobre as gordas do "New York Times", desmascaradas graças à reportagem de "O Globo".

Foi nas páginas do jornal, também, que se pôde colher sinais de que o verão carioca, como instituição, acabou. As crônicas do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, ao invés de louvarem as meninas de Ipanema – aquelas que existem, mas como a Carolina de Chico Buarque, só Larry Rohter não viu –, suspiraram pelas coxas da vedete que já se foi e pelas revistinhas de Carlos Zéfiro, que voltaram. Alívio de mulherengos em outros tempos, nessa temporada de escasso entendimento entre homens e mulheres a revalorização da sacanagem de bolso é mais do que um sintoma.

Que não se coloque a culpa da decadência dos pegadores na emancipação – e confusão – das mulheres. Ao contrário, recomenda-se esticar os ouvidos e, em pleno Posto Nove, emblemático território livre das areias de Ipanema, prestar atenção quando o playboy se orgulha de contar aos amigos que, não tendo conseguido nada na "night", passou por Copacabana e arrastou para o banheiro de uma boate duas garotas de programa. "Merendou" as duas na mesma noite e foi para casa feliz com o feito. Podem até me chamar de moralista, mas "merendar" uma mulher é de um mau gosto que nem se precisa recorrer à elegância de Zózimo para reprovar. É por essas e outras que a (falta de) classe dos pegadores amarga a decadência que o placar do BBB deu a Giuliano. Que, aliás, saiu da casa sem pegar ninguém.



 



Escrito por Joy às 14h32
[   ] [ envie esta mensagem ]




Bono Vox e demais artistas cantam "Across the Universe"

 

 

Na 47ª edição do Grammy Awards 2005, Bono Vox (vocalista da banda U2), Alicia Keys, Stevie Wonder e Slash (que nunca ouvir falar?!) se apresentaram na festa cantando "Across the Universe" de John Lennon. A música foi em homenagem as vítimas do tsunami, que matou cerca de 157 mil pessoas na Ásia. O Brasil esteve presente na "festa" com a indicação de Bebel Gilberto na categoria Melhor Álbum de World Music Contemporânea, mas não levou o prêmio. O produtor brasileiro Caponne, morto em setembro de 2004, foi um dos homenageados no quadro "In Memorian", do 47º Grammy, que lembrou personalidades da música mortas no ano passado. Capone morreu em um acidente de trânsito em Los Angeles, após participar da cerimônia de premiação do Grammy Latino. Outras personalidades lembradas foram a soprano Renata Tebaldi, a cantora pop Laura Branigan e o guitarrista Cy Coleman. Ganhadores Dueto de Ray Charles e Norah Jones venceu a categoria de gravação do ano. Jones subiu ao palco com os produtores da faixa para receber o troféu das mãos da cantora Sheryl Crow e seu marido, o ciclista Lance Armstrong. A canção "Here We Go Again" faz parte do disco "Genius Loves Company", de Ray Charles.A canção do ano foi apresentada por Stevie Wonder e Norah Jones que foi vencida por John Mayer com a faixa "Daughters". Wonder anunciou o ganhador após ler seu nome, escrito em braile, no cartão. A lista completa dos vencedores pode ser vista no site http://diversao.fotoblog.uol.com.br/index.html.



Escrito por Joy às 17h47
[   ] [ envie esta mensagem ]




Eu não sou um anjo

Gosto muito dessa música da Dido, cantora inglesa.

I'm No Angel


 

Composição: Dido

If you gave me just a coin
for every time we say goodbye ...
Well, I'd be rich beyond my dreams
I'm sorry for my weary life

I know I'm not perfect
but I can smile
And I hope that you see this heart
behind my tired eyes

If you tell me that I can't
I will, I will, I'll try all night
And if I say I'm coming home
I'll probably be out all night

I know I can be afraid
but I'm alive
And I hope that you trust this heart
behind my tired eyes

I'm no angel, but please don't think that I won't try and try
I'm no angel, but does that mean that I can't live my life?
I'm no angel, but please don't think that I can't cry
I'm no angel, but does that mean that I won't fly?

I know I'm not around each night
and I know I always think I'm right
I can believe that you might look around

I'm no angel, but please don't think that I won't try and try
I'm no angel, but does that mean that I can't live my life?
I'm no angel, but please don't think that I can't cry
I'm no angel, but does that mean that I won't fly?

letras acima



Escrito por Joy às 15h05
[   ] [ envie esta mensagem ]





[ ver mensagens anteriores ]