
Esses dias tem batido uma saudade. Saudades de zilhões de coisas. Das viagens para a Itália, dos momentos passados, de amores (não foram muitos né?!) vividos e alguns que ainda não sei para onde vão...Bem, a saudade é um sentimento estranho, né? Surge nos momentos bons e tb nos ruins.Vai entender... Bem fui buscar entendimento sobre isso.
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Hoje, às 11horas será criado no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre um Fórum permanenete de fotografia. O grupo irá discutir a criação de uma sub-câmera de fotografia integrante da Câmera Setorial de Artes Visuais do Ministério da Cultura.
Participam das discussões o professor da UFRJ, Antonio Fatorelli; o pesquisador e professor da USP, Bóris Kossoy; o professor da Unicamp Fernando de Tacca; a coordenadora do curso de bacharelado em fotografia do Senac, Rosana Beneton; o fotógrafo e coordenador de fotografia da ESPM-RS, Manuel da Costa; o representante da AGAFOTO, Sérgio Sakakibara; entre outros.
O grupo de discussão tem como objetivo entregar uma carta ao ministro da cultura, Gilberto Gil, pedindo a retomada das atividades na área da Fotografia pela FUNARTE pode ser assinada na página do Fórum, em www.foto.org.br.
Desejo boa sorte para o grupo...
O fórum Social Mundial se estende até na segunda, dia 31 de janeiro.
"Estas pessoas que não querem escutar são os filhos do PT que se rebelaram"."São jovens, um dia eles amadurecerão e a casa retornarão, e nós os receberemos de braços abertos."
Essa é a declaração do Presidente na sua participação no Fórum Social Mundial em Porto Alegre essa semana. O que ele esqueceu é que a algum tempo atrás ele expulsou alguns integrantes do partido e agora vem com esse discursso.
Rumores de que ele não seria bem recebido no evento já vem rolando desde a semana passada. Por isso, o partido dos trabalhadores (PT), "convidou" muitos partidários para abafar as possíveis vaias.
Entre vivas e vaias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu seu governo perante milhares de céticos ativistas antiglobalização, dizendo que seu governo está meticulosamente estabelecendo a fundação para erradicar as grandes disparidades sociais do Brasil.Segundo ele, seu governo está reduzindo constantemente os males sociais do Brasil, citando um punhado de programas assistenciais de destaque para os pobres e recentes dados que mostram que o desemprego caiu para o ponto mais baixo em três anos.
O que é de se espantar é que nas edições anteriores do Fórum Social Mundial, Lula era aplaudido. Hoje, há dois anos e meio no poder, ele irritou muitos de seus antigos seguidores ao abraçar as políticas econômicas de livre mercado e ao respeitar os termos de um acordo de empréstimo com o Fundo Monetário Internacional, que muitos dos delegados do Fórum Social acusam de enterrar os países em desenvolvimento em dívidas.Esse é o motivo de tantas vaias.
Certamente, Lula escolheu o local errado e a hora errada para se meter!!
Quem viver verá....


O mundo comemora hoje os 60 anos da liberação do maior campo de concentração nazista, na Polônia. Auschwitz foi o mais conhecido dos campos de concentração que matou nas câmaras de gás ou de doenças cerca de 1,1 milhão de judeus. Desse número 300 mil eram de poloneses, 400 mil da húngaros,15 mil de poloneses não-judeus, 23 mil de ciganos, 15 mil de prisioneiros soviéticos e 25 mil de pessoas de outros países.
Para celebrar essa data, acontece hoje em Oswiecim, perto de Cracóvia, evento que celebra o aniversário do holocaustro. São esperados cerca de 44 líderes mundiais e sobreviventes do campo. O presidente norte-americano George w. Bush não estará presente e nem o primeiro ministro israelense Ariel Sharon. Mas, o que mais chamou a atenção foi a declaração feita por este a imprensa sobre o aniversário do holocaustro.
Segundo o premier de Israel, a lição do fato que ficou para o mundo foi que o mundo "não moveu um dedo" para deter o Holocausto e que os judeus devem contar apenas com eles mesmos.
"A triste e terrível conclusão é que ninguém se importou que judeus estivessem sendo mortos", disse. "No momento deste terrível teste, amigos e benfeitores não levantaram um dedo. Esta é a lição do Holocausto para os judeus."
Claro, que essa afirmação tem um fundo de verdade. Mas, ao mesmo tempo é um pouco orgulhosa. Eles poderiam aprender com os fatos terríveis do passado e refazer a história do seu povo. Sem orgulhos e nem mágoas.

Lendo o site ´no mínimo li uma declaração do chanceler brasileiro quanto o sequestro do brasileiro João José Vasconcelos Jr e fiquei rindo do absurdo que essa declaração representa: “É injustificável”. E para completar e estragar de vez (para cagar mais) ele ainda afirmou, “Não que os outros (seqüestros) sejam justificáveis, mas esse é totalmente injustificável.”
Vê se pode!!! Só porque o cara sequestrado é brasileiro, ele se diferencia dos demais povos que sofreram sequestros! Por essa declaração tira-se a conclusão que somos seres iluminados e portanto o sequestro do brasileiro é totalmente um absurdo!!
Segundo o culunista Sergio Rodrigues o que o chanceler brasileiro quiz dizer é que o seqüestro de um brasileiro se diferencia dos demais por ser “totalmente injustificável”, uma vez que o Brasil não apoiou a invasão do Iraque, o que Celso Amorim está dizendo é que os seqüestros de americanos, ingleses e italianos são pelo menos parcialmente justificáveis. O que traduz uma posição de covardia do governo brasileiro, para dizer o mínimo.
É claro que foi algo injustificável. Mas assim também é para os demais povos, afinal é a vida de um ser humano em risco, independente de ser brasileiro ou não!!
São "coisas" do governo de "Lulinha " e sua patota...
Quem me conhece sabe da minha paixão pelo u2!! Pelo U2 alimento o sonho de um dia conhecer o país de origem dessa banda, a Irlanda. Bem, fuçando a internet descolbri algumas "news" da Banda.
O fotógrafo Anton Corbijn, que acompanha a banda há 22 anos, lança um livro U2 & I, contando a sua trajetória por trás das lentes. A amizade entre Corbijn e os integrantes Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen já aparece no início do livro com um bate-papo entre o fotógrafo e o líder da banda. Ele é o responsável pelas capas dos discos The Joshua Tree, Rattle & Hum, Achtung Baby, Pop e All That You Can't Leave Behind e How To Dismantle An Atomic Bomb, e outras 400 imagens que estão no livro entre as anotações do autor.
Não é o máximo?!?! Quem é fã com certeza vai "correr atrás" do livro.
O U2 também está concorrendo a três categorias no Grammy 2005entre elas a de Melhor àlbum novo por ,'How To Dismantle An Atomic Bomb'; Ao longo de sua história o U2 já ganhou 13 grammy"s.
A nova edição do grammy deste ano, acontece dia 13 de fevereiro.
Lendo o site no mínimo (o qual recomendo) li a definição e a origem da palavra sinceridade, que tantas pessoas presam nas relações. Fiquei pensando sobre a palavra e o que ela representa na minha vida. Presamos por ela, mas quantas vezes não a usamos para não machucar quem gostamos! Será preferível ser sincero a magoar alguem? Tiro a conclusão que prefiro a sinceridade a falsidade... fica aí o recado!!
A palavra SINCERO foi inventada pelos romanos. Eles fabricavam certos vasos de uma cera especial. Essa cera era, às vezes, tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos, chegava-se a se distinguir um objeto – um colar, uma pulseira ou um dado –, que estivesse colocado no interior do vaso.
Para o vaso assim, fino e límpido, dizia o romano vaidoso:
– Como é lindo!!! Parece até que não tem cera!!!
"Sine cera" queria dizer "sem cera", uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes e da antiga cerâmica romana. O vocábulo passou a ter um significado muito mais elevado. Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
O sincero, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os verdadeiros sentimentos de seu coração.
P.S. o endereço eletrônico do site o mínimo é www.nominimo.ibest.com.br.
Recomeça a rotina de toda semana! Reclamo mais gosto!! Gosto da rotina de todo dia ter de ir para o trabalho, casa, leituras, ter o controle do meu dia. Parece coisa de obcessivo... mas tudo para viver sossegada no meu mundinho burguês, como diz um coega socialista.
Hoje para alegrar a minha vida burguesa, recebi a ótima notícia que meu pagamento sairá dia 31. Que maravilha!! E depois disso, nada de mais... Continuo a rotina de sempre. Nenhum telefonema(por enquanto, ainda é hora está na metade do dia!) de alguem especial, ou da minha chefe que ultimamente tem me ligado quase todos os dias, nenhuma novidade, apenas minha vida andando como sempre andou.
Ansiosa como sempre, acreditando até o fim... hoje não espero nada apenas que as horas passem... amanhã é só amanhã.
Estréia nessa terça 25, a minissérie que celebra os 40 anos da Globo, Mad Maria, inspirada no romance de mesmo nome, do historiador amazonense Márcio Souza.Com texto de Bendito Ruy Barbosa, conta a trajetória de construção da ferrovia Madeira-Mamoré, no início do século XX ,em Rondônia.A ferrovia, um gigante de 336 quilômetros matou, na época de sua construção cerca de seis mil homens em um intervalo de cinco anos, por isso ficou conhecida por ferrovia do Diabo.
Para escrever o livro, Márcio Souza teve acesso, entre outros documentos, ao relatório que resultou da visita que o sanitarista Oswaldo Cruz fez, em 1910, ao canteiro de obras da ferrovia. O médico teria ficado tão espantado com o que viu que chegou a dizer que a população local não sabia o que era “estado saudável”, já que a condição de ser enfermo era a “normalidade”. Não tinha jeito. Mesmo com um hospital bem equipado, muita gente morria. Não que isso fosse um grande problema para os construtores, já que, todo mês, cerca de 500 novos funcionários chegavam às frentes de trabalho. Substituíam os mortos e doentes, para, dali a alguns meses, eles mesmos serem trocados por uma nova leva de trabalhadores. Calcula-se que, do início ao fim da construção da Madeira-Mamoré, trinta mil homens tenham passado por lá.
História
Mad Maria” é o que se costuma chamar, no jargão televisivo, de superprodução.Com elenco estelar, no qual despontam Ana Paula Arósio, Fábio Assunção, Tony Ramos e Antônio Fagundes, a minissérie consumiu dois meses de gravações em Rondônia. Durante vinte e cinco dias, cerca de 400 pessoas trabalharam numa locação no meio da Floresta Amazônica, a quatro quilômetros de distância da cidadezinha mais próxima, Abunã. Nunca, antes, a Globo havia ido tão longe no interior do Brasil e com uma estrutura tão caprichada.
As gravações ainda continuam no Rio de Janeiro – em estúdio, em duas cidades cenográficas e em lugares históricos, como o Palácio do Catete, sede do governo federal em 1911, ano em que a história se passa. Quando os 35 capítulos de “Mad Maria” chegarem ao fim, no dia 25 de março, terão custado aos cofres da emissora sete milhões de reais – média de 200 mil reais por capítulo.
Na ficção surge os personagens de Consuelo (Ana Paula Arósio), uma pianista que sobrevive a um naufrágio nas corredeiras do Rio Madeira. Muito ferida, ela acaba no canteiro da Madeira-Mamoré, onde é socorrida – e se apaixona – pelo médico americano Richard Finnegan (Fábio Assunção). Também faz parte desse cenário o engenheiro americano Stephan Collier (Juca de Oliveira), o obstinado responsável pelo andamento dos trabalhos.Ainda na tra,ma surgem os personagens "verdadeiros" como Castro (Antônio Fagundes), o ministro de Viação e Obras Públicas, figura nacionalista inspirada no ministro da vida real J.J. Seabra, do governo Hermes da Fonseca. Na minissérie, Castro é o principal opositor do empresário Percival Farquhar (Tony Ramos), dono da concessão para a construção da Madeira-Mamoré,entre outros personagens.Para dar maior realidade a história as primeiras locações foram feitas no local exato onde a ferrovia começou a ser construída e usado figurantes da região. Destaque para o ator amazonense Fidelis, que participa da trama.
Em suma a minissérie é uma tentativa da emissora carioca levar ao público uma programação de qualidade, como exemplo anterior, a micro-série Hoje é dia de Maria. E tembém é uma tentativa de despertar no público o gosto pela história do Brasil, principalmente da amazônia, tão desconhecida do restante do país. Fico feliz por essa "lembrança" pensada pela emissora, principalmente no país que sofre de amnésia histórica a cada quinze anos, como afirma Zuenir Ventura. Ou será bem menos?