
Ganhei o DVD do filme “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s) da minha irmã Kassy e adorei!! É um filme que vale a pena assistir, não só pelos figurinos exuberantes de Audrey Hepburn (da qual sou fã), mas pela história e pelo cuidado que o filme foi bolado. Para mim o mais interessante do filme é pela sua ousadia, por ter mostrado uma história moderna para sua época.
Escrito por Truman Capote (que escreveu o livro-reportagem A Sangue-Frio). Inicialmente foi escrito para ser estrelado por Marilyn Monroe, mas por questões contratuais não pode estrelá-lo. Quando escreveu essa novela, em 1958, Audrey era aúltima pessoa que ele tinha
Convencida por seu agente de que Holly era mais uma desmiolada que uma prostituta, Hepburn aceitou o desafio, mesmo achando um tremendo erro- “Holly é totalmente o oposto de mim. Ela me assusta. É um papel para alguém extrovertida. Eu sou tímida”, afirmou na época.
Como prometido, muitas arestas foram aparadas do roteiro de George Axelroad, definido por Blake Edwards, como uma comédia romântica. A bissexualidade de Holly foi totalmente omitida, mas a prostituição foi citada quando ela pede “$50 para ir ao toalete”. Segundo Hepburn, na época, em declaração ao jornal New York Times, “Muitas pessoas acham Holly uma vadia, quando de fato ela só está fazendo um jogo de cena, pois ela é muito jovem”. Contudo, apesar das mudanças, o roteiro conservou muito mais cinismo e imoralidade do que a crítica contemporânea permitia. Afinal de contas, tratava-se do romace de uma garota de programa com um gigolô.
Cenas
Algumas cenas do filme o tornam memorável, como a cena inicial, quando a atriz, vestindo um Givenchy pretinho e uma tiara, bebericando um café e beliscando um doce, olha por cima dos óculos escuro uma vitrine da joalheria Tiffany, às 5 da manhã. Essa cena se tornou antológica, assim como a cena da saia esvoaçante de Marilyn em O pecado Mora ao lado.
As cenas no interior da Tiffany também são inesquecíveis. Uma curiosidade é que a loja foi aberta no domingo pela primeira vez desde o século 19 para atender a equipe. Cerca de 40 soldados e vendedores ficaram de olho nos milhões de dólares em jóias.
Mas o que torna o filme inesquecível é a música Moon River, ganhadora do oscar no ano seguinte.
O filme concorreu ainda nas categorias: Melhor Atiriz , Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de artes e Melhor Canção. Ganhando apenas pelas duas últimas categorias.
Embora tenha perdido o Oscar para Sophia Loren, a própria Audrey Hepburn ficou contente pelo resultado final, declarando: “Foi a melhor coisa que já fiz, porque foi a mais difícil”.
Para mim ela merecia ter ganhado, pois foi algo mais inusitado que ela já fez. Além de ter sido um desafio.
Ela ganhou o Oscar em 1954, como melhor atriz em “A princesa e o plebeu”. Ainda estrelou, “Sabrina”, “Cinderela em Paris”, entre outros.
É um filme que vale a pena assistir e se emocionar...

Antigamente (não a muitos anos, pois não sou tão velha assim), as pessoas enviavam cartões de natal a seus amigos e familiares. Eu mesmo, por exemplo,e isso não faz muito tempo,fazia lista de quem enviaria meus cartões. Achava um barato, o lance de escrever (sempre gostei de escrever) e enviar pelo correio os meus sentimentos.Mas, isso era algo que não fazia sem pedir nada em troca.Hoje, as pessoas só pensam no sentido comercial da ocasião (com algumas poucas excessões é claro!).
Há poucos dias estive no shopping e que confusão estava!! Pessoas se atropelando, e o mais cruel algumas crianças envolvidas nessa confusão!! Mas, a minha esperança é que o espírito natalino de troca de cartões não morra por completo... até a poucos dias recebemos em casa um cartão de natal... pelo menos um!!
Eu infelizmente, perdi o costume dos cartões, mas espero ainda retomá-lo, quem sabe ano que vem. Perdi um pouco a mão para escrever mensagens. Quando digo mensagem, são mensagens sinceras e nada piegas...
Vale até mesmo cartões virtuais, embora creio que o charme está nos cartões enviados por correio.
Bem, fica o recado e a esperança de que neste natal e no ano que se inicia, algumas tradicionais não desapareçam, como os cartões e o natal em família... e com as pessoas especiais (creio que vocês me entendam).
Depois de uma noite maravilhosa ontem (não me entendam mal), a volta a realidade é muito tediosa.Ai, ai.... só mesmo Carlos Drummond para me consolar!!
O mundo é grande e cabe
nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
no breve espaço de beijar.
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Carlos Drummond de Andrade © Graña Drummond
Já tinha a idéia de criar um blog há um tempo. Somente há alguns dias coloquei essa idéia em prática.
Coloquei o nome de Íris nele, porque queria um nome que tivesse a ver com a fotografia, uma das coisas que mais gosto na vida (além de café, chocolate, livros, filmes, beijos eoutras coisas a mais...)
Segundo o livro Fotógrafo: o olhar, a tecnica e o trabalho (Editora Senac), Íris é o mesmo que diafragma, que é o mecanismo de lâminas, geralmente situado entre as lentes e que controla a quantidade de luz que atinge o papel.
Fotografia não há sem luz!!Assim, como na fotografia a Íris é fundamental para que exista, no olho humano ela tem função semelhante. Luz e visão, razão e sensibilidade, isso que pretendo passar e principalmente verdade.
A partir da idéia do nome, as idéias não pararam mais!!
Espero agradar e tocar as pessoas que o lerem, ser além de um diário virtual.
Abro alguns parênteses:
1. É um diário, mas não esperem ler todos os meus segredos (isso deixo para meu travesseiro a noite;
2. Minha idéia é passar minha opinião sobre determinados assuntos ou fatos da minha vida.
E para finalizar, tenho que agradecer a uma pessoa em especial que me ajudou na criação dele e entendeu o que queria dele: o Jorge. Ele é responsável pelo template do blog. Valeu Jorge, fico agradecida por tamanha generosidade de fazer isso por mim. VALEU!!!!!